A Caixa Seguridade (CXSE3) apresentou forte impulso comprador, aparecendo entre os ativos mais ‘esticados’ do Ibovespa, com Índice de Força Relativa (IFR) em 89,20 pontos. Em contraste, a Vale (VALE3) figura entre os papéis mais ‘descontados’, com IFR em 36,16 pontos, indicando potencial de sobrevenda.
O IFR, ferramenta de análise técnica, mede a intensidade dos movimentos de preço em escala de 0 a 100. Leituras acima de 70 sinalizam sobrecompra, e abaixo de 30, sobrevenda. Segundo a análise, a Caixa Seguridade acumulou alta de 38,08% em 2026, e 65,89% no último ano. O ativo fechou o último pregão em R$ 22,07, após renovar a máxima histórica em R$ 22,13.
A Vale, por sua vez, registra valorização de 3,09% em 2026 e 48,23% no período de 12 meses. Apesar da pressão vendedora, a companhia avançou 1,41% no último pregão, cotada a R$ 74,41. A análise técnica sugere cautela, pois, embora a sobrevenda da Vale possa ser oportunidade, não há catalisadores robustos para recuperação consistente.
Outras ações em sobrecompra incluem Ultrapar (UGPA3), Copasa (CSMG3), CSN Mineração (CMIN3) e Energisa (ENGI11). Já entre os papéis mais pressionados estão Usiminas (USIM5), Braskem (BRKM5), MRV (MRVE3) e Marfrig (MBRF3).

