A Câmara Municipal de Goiânia aprovou, em segunda e última votação nesta terça-feira, 14, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027. A proposta estima receitas e despesas de R$ 11,4 bilhões para o próximo ano e segue para sanção do prefeito Sandro Mabel ainda nesta terça.
Os vereadores mantiveram as cinco emendas aprovadas no primeiro turno. Entre elas, a do presidente da Câmara, Romário Policarpo, garante reserva de 2% da receita corrente líquida para emendas parlamentares impositivas, sendo metade destinada à saúde. A emenda da vereadora Daniela da Gilka prioriza a assistência social, com previsão de R$ 1 milhão para serviços de atendimento aos idosos.
As três emendas do relator Léo José autorizam a inclusão de recursos do Programa Urbano Ambiental Macambira Anicuns (Puama II) e a implantação do Fundo Municipal de Turismo (Fumtur). Essas emendas também reduzem o limite de remanejamento do Poder Executivo de 30% para 23%. O orçamento total prevê crescimento de 5,38% em relação a 2026, com superávit primário de R$ 98,2 milhões.
As maiores dotações orçamentárias são para Educação (R$ 2,3 bilhões), Saúde (R$ 2 bilhões), Infraestrutura e Saneamento Básico (R$ 1,1 bilhão) e Trânsito e Transporte Público (R$ 560,7 milhões). O vereador Anselmo Pereira comentou que a aprovação da LDO encerra uma etapa importante do planejamento financeiro do município.

