A campanha surpreendente da Noruega na Copa do Mundo de 2026 gerou um forte impacto comercial, resultando no esgotamento rápido de camisas oficiais em diversos países europeus. O desempenho da seleção, impulsionado por atletas como Erling Haaland, elevou a demanda de produtos licenciados.
A Federação Norueguesa de Futebol informou que varejistas encomendaram cerca de 250 mil camisas para a temporada de 2026, um volume cinco vezes superior ao registrado no ano anterior. O interesse comercial cresceu após a classificação da equipe às fases decisivas da Copa, incluindo a vitória sobre o Brasil nas oitavas de final.
Em Oslo, a chegada de um novo lote de uniformes gerou uma fila de aproximadamente 600 metros, com torcedores aguardando até 12 horas para adquirir o produto oficial. A própria Federação Norueguesa reconheceu que a quantidade planejada pela Nike foi insuficiente para acompanhar o aumento do interesse durante o torneio.
O caso demonstra como o sucesso de um atleta pode transcender o campo de jogo, fortalecendo a cadeia econômica esportiva. Movimentos similares foram observados com nomes como Michael Jordan e Lionel Messi, reforçando o poder de mercado de figuras globais no esporte.

