O campeão brasileiro de pôquer, Victor Garcia, fez uma acusação ao afirmar que a prática profissional do jogo contribuiu para o declínio da carreira de um jogador de futebol brasileiro. Garcia disse que a rotina exigida pela modalidade cobrou um preço alto no atleta, que é considerado um dos maiores talentos de sua geração.
Garcia declarou que o jogador pratica pôquer em nível profissional. Segundo ele, a rotina da modalidade, que exige madrugadas e grande desgaste mental, foi um fator para o afastamento do esporte. O campeão afirmou: “O pôquer foi um dos responsáveis por ele deixar de ser um jogador de futebol”.
A declaração reabre um debate antigo sobre o envolvimento do atleta com o jogo. Enquanto outros membros da Seleção brasileira se afastaram do noticiário após a eliminação na Copa do Mundo contra a Noruega, o jogador em questão manteve presença nas manchetes por eventos ligados ao pôquer em Las Vegas e à vida particular.
A opinião de Garcia, que conhece o ambiente de competição de alto nível, sugere que o problema surge quando o hobby disputa espaço com a profissão. A análise aponta que o atleta pode ter deixado de tratar o futebol como prioridade absoluta, o que teria sido uma aposta de alto custo para sua trajetória.

