A convenção que oficializou a candidatura de um político à Presidência pelo Partido Liberal ocorreu nesta segunda-feira. O evento chamou atenção por questões de ausência e por alegações de que o candidato utiliza recursos questionáveis, como vídeos gerados por inteligência artificial.
O evento serviu para o político apresentar uma nova postura política, afastando a imagem de moderado. Críticos apontam que a candidatura envolve o uso de um vídeo do pai, que se encontra incomunicável, criado por inteligência artificial, além da interferência de um chefe de Estado estrangeiro em assuntos internos.
A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, manteve distância das decisões sobre alianças estaduais após vídeos que expuseram humilhações do enteado. Ela gravou um vídeo em defesa da candidatura, mas citou o nome do candidato apenas uma vez, em um gesto protocolar.
Relatos de quem esteve no local descreveram um clima de velório durante a convenção. O evento expôs tensões internas no grupo político e levantou questionamentos sobre as estratégias de aliança do candidato.

