Um representante da Casa Branca defendeu a atuação do governo dos Estados Unidos na revisão da suspensão de um atacante na Copa do Mundo de 2026. A intervenção permitiu que o jogador disputasse as quartas de final após ter sido expulso nas oitavas de final.
Andrew Giuliani, responsável pela organização do torneio, afirmou que a ação governamental visou proteger os contribuintes americanos, que investiram bilhões de dólares na competição. Segundo Giuliani, a decisão se baseou em dois fatores: uma investigação prévia sobre o árbitro no Brasil e a suspeita de uso irregular do VAR no lance em questão.
Giuliani declarou que era dever do governo garantir uma Copa do Mundo justa. Ele acrescentou que a intervenção buscou preservar a credibilidade do torneio, agindo conforme uma filosofia de justiça dentro e fora de campo.
O episódio gerou críticas de dirigentes e analistas, que levantaram suspeitas de influência política no processo. As dúvidas se intensificaram após o presidente Donald Trump confirmar publicamente ter contatado o presidente da FIFA para discutir o caso.

