A Comissão de Garantias de Junts per Catalunya reativou a investigação interna sobre suposto assédio sexual envolvendo o ex-conselheiro Toni Comín e um assessor seu no Parlamento Europeu. A retomada do processo ocorreu após o término dos quatro meses de prorrogação concedidos pela própria comissão.
O processo disciplinar foi aberto em janeiro de 2025. Ele havia sido suspenso para analisar a possibilidade de aplicação de anistia ao ex-conselheiro de Saúde. A suspensão visava verificar se a anistia permitiria que Comín reivindicasse sua cédula como eurodeputado.
A reativação da apuração interna marca um novo estágio no caso. A comissão de garantias retomou os procedimentos após o prazo estipulado, dando prosseguimento à análise do alegado assédio sexual.

