A Comissão de Ética Pública da Presidência manteve a punição contra o ex-diretor-geral da ANTT por ter assumido cargo na CSN sem cumprir o período de quarentena. A decisão ocorreu após o agente público ter beneficiado a empresa durante sua gestão na agência reguladora.
A Comissão de Ética Pública da Presidência rejeitou o recurso apresentado pelo ex-diretor-geral da ANTT. A punição foi mantida devido ao fato de ele ter desempenhado função na CSN sem observar o período de quarentena exigido.
A conduta foi avaliada após o ex-dirigente ter beneficiado a empresa durante o tempo em que esteve à frente da agência reguladora. A manutenção da penalidade reforça as normas de conduta para agentes públicos em transição para o setor privado.

