O conflito societário envolvendo minoritários da Oncoclínicas e o fundo Centaurus na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) terá sua resolução final na arbitragem. As partes envolvidas sabem que a disputa migrará para o tribunal arbitral, independentemente do resultado na CVM.
O estatuto da companhia prevê a Câmara da B3 como foro legítimo para resolver desentendimentos societários, seguindo a prática de companhias abertas. Segundo pessoas diretamente envolvidas no conflito sobre a Oferta Pública de Aquisição (OPA), o lado que perder na esfera da CVM levará a discussão ao tribunal arbitral.
A cláusula arbitral estabelece a Câmara da B3 como o local adequado para tratar de questões societárias. Assim, a disputa da Oncoclínicas tem potencial para se estender por diversas fases processuais.

