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Economia

Conselheiro alerta sobre dívida de especulação com juros altos

Carla Fernandes
Última atualização: 2 de julho de 2026 21:40
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Um conselheiro financeiro alertou sobre um caso de endividamento de R$ 13.426 contraído para comprar cartas colecionáveis com intenção de revenda. A dívida, financiada com juros de 21%, garante uma perda mensal de cerca de R$ 235 antes que qualquer item seja vendido, segundo o conselheiro.

O conselheiro financeiro afirmou que o endividamento especulativo com taxas de juros elevadas gera perdas matemáticas. Em um segmento recente, um interlocutor admitiu ter contraído dívida de cartão de crédito comprando cartas colecionáveis, visando lucro. O conselheiro não suavizou o diagnóstico, classificando a situação como um prejuízo financeiro.

A taxa média de juros de cartão de crédito era de 21,00% em 1º de fevereiro de 2026, conforme dados do Federal Reserve. Ao financiar uma atividade especulativa com essa taxa, o cálculo indica uma perda garantida. Para que o investimento se mantenha estável, o estoque de cartas precisaria valorizar mais de 21% ao ano, descontando custos de frete e taxas de plataformas de venda, o que é improvável para colecionáveis.

O conselheiro aconselhou o interlocutor a liquidar os itens imediatamente. Ele explicou que manter os bens esperando o retorno mantém o acúmulo de juros de 21%. A recomendação foi listar todos os ativos especulativos comprados com crédito, vendê-los no valor de mercado e focar em construir uma base de renda estável antes de qualquer novo investimento.

TAGGED:cartas-colecionáveisDívidaespeculaçãoFinanças pessoaisInvestimentoJuros
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