Uma professora temporária denunciou um ambiente de trabalho problemático no Centro de Ensino Especial de Sobradinho (CEE 01), sob a nova coordenação. A gestora, Ercília Tereza Gomide, é acusada de assédio moral, difamação e constrangimento público contra o corpo docente e funcionários.
As tensões se intensificaram em meados de março, quando uma colega foi afastada após perder uma gestação. Segundo relatos, ao retornar, a servidora teria sido chamada de “louca” e “desequilibrada” pela coordenadora. Em outra denúncia, a gestora teria proferido os termos “esquizofrênica” e “doida” para se referir a outra funcionária.
A situação escalou quando a coordenadora compartilhou processos internos do Serviço Eletrônico de Informações (SEI) com grupos de professores, gerando questionamentos sobre o sigilo de dados. A professora temporária procurou a delegacia em duas ocasiões, resultando em boletins de ocorrência por ameaça e assédio.
Ercília Tereza Gomide negou as acusações, afirmando que é vítima de assédio sofrido pela direção e por outras funcionárias. Ela declarou ter aberto cinco ouvidorias contra esses casos e mencionou estar afastada por atestados médicos psiquiátricos.

