A Copa do Mundo de 2026 alcançou recordes comerciais, gerando cerca de US$ 9 bilhões em receitas e consolidando o marketing esportivo. O torneio, realizado nos Estados Unidos, atraiu grandes patrocínios e experiências, impulsionando o setor.
A competição registrou recordes em patrocínios e ativações de marcas, estabelecendo um novo patamar para a indústria. Dos US$ 9 bilhões arrecadados, aproximadamente US$ 2 bilhões vieram de contratos de patrocínio, segundo dados do evento.
O professor e gestor de marketing esportivo Nicolas Caballero disse que o sucesso comercial se deve à realização do torneio nos Estados Unidos, um mercado que transforma o esporte em entretenimento. Ele afirmou que as ativações dos patrocinadores atingiram um nível inédito de engajamento, impulsionado pela grande audiência.
Caballero comentou que é necessário manter o equilíbrio entre a exploração comercial e a essência do futebol. Ele explicou que o patrocinador deve agregar valor, e não alterar o espetáculo. As iniciativas fora dos estádios também ampliaram a conexão entre marcas e consumidores.

