Copenhague lidera o ranking de qualidade de vida global, segundo o índice da Economist Intelligence Unit. Analistas apontam que, embora a Europa mantenha alta qualidade, o score asiático cresceu, enquanto a guerra no Oriente Médio derrubou cidades da região.
O índice, que avaliou 173 cidades, mostra que a Europa ainda é um polo de alta qualidade de vida, mas seu desempenho médio estagnou em 2026. Em contrapartida, nove cidades asiáticas figuram entre as vinte primeiras, superando sete cidades europeias no topo.
O maior impacto negativo veio do conflito no Oriente Médio, que afetou drasticamente o score de qualidade de vida das metrópoles locais. O porto de Dubai, por exemplo, caiu quatro posições, atingindo a 79ª posição, após drones iranianos causarem o resfriamento do mercado imobiliário.
Em contraste, cidades asiáticas registraram melhorias. Fu-chou, na China, melhorou sete posições, alcançando a 93ª posição. Lisboeta, em Portugal, subiu seis lugares, impulsionada pela melhoria na assistência médica. Tóquio também avançou três posições, ocupando a 10º lugar.

