O corpo de um jornalista foi liberado do Instituto Médico Legal (IML) em Goiânia neste domingo, 26. O procedimento sofreu atraso devido a uma inconsistência nos registros civis da vítima. A principal suspeita do homicídio permanece detida, e a Polícia Civil investiga o caso.
O atraso na liberação do corpo ocorreu porque um documento antigo da vítima permaneceu ativo em sistemas de identificação em Goiás, gerando divergência com o novo registro emitido após o reconhecimento pelo pai biológico. Uma irmã da vítima, residente em Brasília, viajou a Goiânia para solicitar a liberação.
O jornalista foi morto a facadas na noite de sexta-feira, 24, em um apartamento no Setor Bueno. Segundo investigações, ele estava no imóvel com a proprietária, que é a principal suspeita, e outra mulher. A suspeita, identificada como Renata de Almeida, teve a prisão mantida em audiência de custódia.
A Polícia Civil busca esclarecer a dinâmica e a motivação do homicídio. O caso também inclui a descoberta do cachorro de estimação do jornalista morto durante a perícia. Oitivas estão agendadas para a próxima semana, incluindo a de outra mulher que estava no apartamento no momento do crime.

