Uma brasileira teve seu pedido de aluguel negado em Colchester, Inglaterra, por uma imobiliária. A recusa ocorreu após a empresa expressar preocupação com a origem da renda da profissional, que é criadora de conteúdo adulto.
A negociação estava em andamento e a profissional já havia depositado 2.500 libras, valor equivalente a cerca de R$ 18 mil, como caução. O representante da imobiliária justificou a decisão em comunicação escrita, afirmando: “Tenho preocupação quanto à sua fonte de renda, particularmente a criação de conteúdo adulto”.
A criadora de conteúdo declarou surpresa com o ocorrido, pois cumpria todos os requisitos de locação, incluindo comprovação de renda e referências. Ela comentou que sentia que sua presença online influenciou a análise da empresa, fazendo com que sua imagem superasse a documentação apresentada.
A profissional destacou que sua atividade é legalizada e que ela paga impostos, assim como qualquer outro trabalhador. Ela afirmou que o caso evidencia um estigma persistente contra quem atua no segmento de conteúdo adulto, mesmo quando a atividade é exercida de forma regular.

