O presidente ucraniano afirmou que uma crise de combustível se aprofunda na Rússia, mas o líder russo não negocia o fim da guerra. Kiev planeja intensificar ataques para pressionar por uma solução, enquanto a produção russa cai para cerca de 65% da média sazonal.
Segundo o presidente ucraniano, foram apresentadas propostas para aproximar a paz, e ele declarou que há apoio tanto entre parceiros globais quanto no círculo do presidente russo. Ele afirmou que a convicção de que a paz não tem alternativa continuará a crescer na Rússia.
A produção de combustível na Rússia diminuiu devido aos ataques de drones ucranianos, segundo a imprensa internacional. Para lidar com a escassez, o governo russo proibiu a exportação de gasolina, diesel e combustível de aviação. O país também aumentou importações, com entregas de combustível do Bielo-Rússia atingindo níveis recordes em junho, e começou a importar gasolina da Índia por via marítima.
Em resposta aos ataques ucranianos, a Rússia interrompeu temporariamente o tráfego marítimo no canal entre o rio Don e o Mar de Azov após drones atingirem 13 navios. O presidente ucraniano anunciou ainda a criação de um comando especial dentro das Forças Armadas Ucranianas, focado em enfraquecer o potencial bélico russo.

