A seleção do Senegal enfrenta turbulência após a eliminação na Copa do Mundo de 2026. Denúncias de festas e consumo de álcool na delegação, somadas à falta de contrato do técnico, intensificam a crise no futebol do país.
Um volante anunciou que não defenderá mais a equipe enquanto a comissão técnica atual permanecer no comando. Segundo a imprensa africana, integrantes da delegação promoveram festas particulares durante a concentração, com consumo de bebidas alcoólicas e gastos considerados extravagantes, mesmo durante as partidas do Mundial.
Funcionários do hotel relataram reclamações por barulho devido às reuniões, que contaram com a presença de influenciadores digitais e amigos. Além disso, atletas precisaram resolver questões de rotina sozinhos, recorrendo ao serviço de quarto por falta de organização.
O episódio mais grave envolve o treinador. A imprensa africana informou que o técnico não possuía contrato em vigor poucas horas antes do jogo contra a Noruega. O vínculo foi assinado momentos antes da equipe deixar o hotel, evitando um constrangimento maior para a Federação Senegalesa de Futebol.
O Senegal foi eliminado nas oitavas de final após perder para a Bélgica por 3 a 2. A entidade não se pronunciou oficialmente sobre as acusações envolvendo a delegação nem sobre a situação contratual do treinador.

