Negociações sobre o financiamento de novos tratamentos para Alzheimer geraram uma crise entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica Eli Lilly. A disputa envolve acusações públicas sobre o acesso de pacientes e médicos às ferramentas necessárias para combater a doença.
As negociações, que costumam ser tensas, entre as administrações públicas e as empresas farmacêuticas sobre o custeio de medicamentos inovadores e de alto custo acabaram em um confronto público. A gigante americana Eli Lilly acusou o Ministério da Saúde de deixar enfermos e profissionais sem as ferramentas necessárias para lidar com a patologia.
Por sua vez, o departamento liderado por Mónica García pediu que pacientes e famílias não recebam promessas falsas acerca dos benefícios do medicamento. O impasse foca no acesso ao tratamento dentro do sistema de saúde pública.

