Após um resultado decepcionante da seleção brasileira, surgem discursos que defendem o retorno ao futebol arte dos anos 60 e 70. Os críticos apontam que o futebol nacional precisa associar os dribles individuais ao jogo coletivo, com mais trocas de passes e domínio da bola.
Os defensores dessa mudança criticam a prioridade atual dos times brasileiros, que focam em estocadas e lances isolados, com pressa de finalizar. Eles argumentam que o futebol não deve se limitar a improvisações sem disciplina tática.
A proposta é integrar a habilidade individual, como os dribles, a uma estrutura de jogo coletivo. Segundo os analistas, é fundamental aumentar a troca de passes e o domínio da bola para redefinir a identidade do futebol nacional.

