David Byrne se apresentou no Festival Cruïlla, oito anos após sua performance de 2018, mantendo um conceito escênico focado na música. O artista priorizou a composição como argumento central, reduzindo os efeitos visuais típicos de shows pop.
O músico, de origem escocesa e com tripla nacionalidade, reafirmou sua abordagem ao ressignificar o papel do artista no palco. A apresentação buscou centralizar a música como elemento principal, impedindo que o público fosse sobrecarregado por estímulos visuais comuns em concertos de pop.
Em seu momento, Byrne utilizou esse período de reflexão para desenvolver material conceitual para as turnês American Utopia e Who Is The Sky. As variações de repertório nessas apresentações são consideradas mínimas em quantidade.
O artista continua a surpreender o público por meio de um esforço conceitual que o impede de seguir caminhos convencionais, explorando novas formas de engajamento com o público.

