A discussão sobre a aplicação de tarifa adicional de 25% pelos Estados Unidos a produtos brasileiros foi transformada em palco de disputa eleitoral. O senador Flávio Bolsonaro usou a audiência pública do USTR em Washington para criticar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Flávio Bolsonaro afirmou que a tarifa penaliza o povo brasileiro e que a pressão externa não é o modo correto de agir. Ele declarou que as tarifas foram exploradas politicamente pelo governo atual. O prazo para os Estados Unidos decidirem sobre a implementação dessas tarifas é o dia 15.
Em resposta, o Palácio do Planalto emitiu nota, dizendo que convocar uma potência estrangeira para pressionar o país configura traição à Pátria. O governo também rebateu as acusações de corrupção feitas pelo senador, alegando que os problemas do INSS começaram sob gestão anterior.
O senador citou escândalos como o mensalão e o caso do Banco Master, atribuindo-os a governos do Partido dos Trabalhadores. O Planalto, por sua vez, mencionou a conversa do senador com o dono do banco para financiar um filme biográfico, em resposta à menção feita por Flávio.

