A defesa da diarista suspeita de assassinar um casal de idosos a facadas em Minas Gerais estuda pedir ao Judiciário o reconhecimento de insanidade mental. A mulher confessou ter cometido o crime após ouvir ‘vozes’, segundo depoimento à Polícia Civil, e se encontrava em estado de confusão durante o interrogatório.
O advogado responsável afirmou que a cliente possui um histórico pessoal conturbado e buscou tratamento psiquiátrico. A defesa aguarda a chegada de documentação médica para formalizar um estudo técnico sobre a condição mental da acusada, visando a inimputabilidade.
O delegado responsável pelas investigações relatou que a suspeita se mostrou confusa e com falas desconexas. Ela alegou que, após furtar objetos de valor do casal, decidiu matar as vítimas por surto psicótico, utilizando faca e medicamentos que usava para depressão.
A perícia indicou que o idoso foi atingido por mais de 40 facadas, embora a contagem inicial apontasse 17 golpes no tórax. As vítimas foram encontradas sem vida pelo filho na terça-feira.

