Cinco detectores de escrita por inteligência artificial foram testados com amostras escritas por humanos e por modelos de IA, como ChatGPT e Gemini. Os resultados mostraram que os textos humanos foram identificados corretamente em todas as ferramentas. Contudo, a capacidade de identificar conteúdo gerado por IA apresentou variações significativas entre os sistemas testados.
O teste incluiu amostras escritas pelo autor e textos gerados por modelos de IA. O Pangram identificou as amostras do autor como 100% humanas e classificou corretamente os textos de ChatGPT e Claude como 100% gerados por IA. O Grammarly classificou os textos do autor como sem padrões de IA, mas marcou os textos de Claude e Gemini com 68% e 66% de conteúdo artificial, respectivamente.
O GPTZero também classificou as amostras do autor como totalmente humanas e identificou corretamente os textos de Gemini e ChatGPT como gerados por IA. Já o Scribbr liberou as amostras do autor, mas classificou os textos de ChatGPT e Claude como totalmente livres de IA, o que o autor considerou incorreto. O Copyleaks classificou os textos do autor como 100% livres de IA, mas deu resultados mistos para os textos de IA, marcando Claude com 0% e Gemini com 100%.
O autor concluiu que os detectores funcionam na maioria das vezes, sendo mais fácil identificar o que não foi escrito por IA. Ele aconselhou o uso de duas ou três ferramentas em conjunto para aumentar a precisão na identificação de escrita artificial.

