A eliminação precoce da Seleção Brasileira alterou o planejamento de campanhas publicitárias durante a Copa do Mundo de 2026. Empresas passaram a direcionar ações para novas narrativas e influenciadores, mantendo o interesse do público mesmo após o desempenho da seleção nacional.
Will Costa, CMO da W&CA Partners, agência especializada em marketing de influência, afirmou que a saída do Brasil exigiu rápida adaptação das campanhas. Segundo Costa, o investimento em marketing de influência migrou para novas histórias, pois a Copa deixou de ser um evento focado apenas na Seleção Brasileira e se tornou uma plataforma global de entretenimento.
As estratégias de marketing mudaram, e a definição de objetivos continua sendo o fator principal. Costa explicou que algumas campanhas buscam audiência, enquanto outras focam em engajamento. Nesse contexto, as redes sociais ganharam relevância, e as empresas priorizam criadores de conteúdo que geram relacionamento sólido, mesmo que tenham menos seguidores.
Na reta final do Mundial, o foco das ações se deslocou da conversão direta em vendas para o fortalecimento da marca e a construção de lembrança. Costa comentou que grande parte das ações na Copa é voltada para branding e posicionamento. Como exemplo, citou a CazéTV, que ampliou sua audiência ao reunir influenciadores de diversos nichos.

