A revisão do VAR anulou um gol da Croácia contra Portugal, gerando uma intensa oscilação emocional nos atletas. Essa mudança abrupta de euforia para frustração não é apenas psicológica; ela provoca respostas fisiológicas no corpo dos jogadores, como aumento do cortisol e tensão muscular.
O futebol moderno apresenta uma montanha-russa emocional, onde a espera por uma revisão tecnológica prolonga o estado de alerta dos competidores. Estudos sobre estresse competitivo indicam que atletas em jogos decisivos ativam o sistema nervoso simpático e elevam os níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse. Isso resulta em aceleração dos batimentos cardíacos e aumento da pressão arterial.
A tecnologia, como o sensor de movimento de 500 Hz da bola oficial da Copa de 2026, permite ao VAR identificar toques mínimos, como ocorreu no lance em questão. Contudo, a literatura sobre fadiga mental aponta que o desgaste cognitivo gerado por esses choques emocionais pode prejudicar a tomada de decisão e o desempenho técnico dos jogadores.
Por isso, equipes tratam a regulação emocional como parte do desempenho. A diferença entre sobreviver ou desabar em jogos de Copa pode estar nos segundos após o choque emocional. O caso da Croácia exemplificou essa dinâmica, vivenciando a comemoração da sobrevivência seguida pela eliminação.

