A Espanha conquistou a Copa do Mundo ao vencer a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final. A vitória, que confirmou o bicampeonato, foi marcada por um domínio tático espanhol que controlou bola e espaços do adversário.
Segundo colunistas, a seleção espanhola impôs seu roteiro desde o início, explorando as marcações argentinas. Carlos Eduardo Mansur explicou que os movimentos espanhóis induziam a Argentina a formar linhas defensivas mais fechadas, liberando espaços para jogadores como Dani Olmo. A pressão sem a bola foi um fator decisivo, e Rodri foi apontado como o comandante do meio-campo, acertando 50 dos 52 passes no primeiro tempo.
Marcelo Barreto descreveu a atuação espanhola como um ato de ‘desidratar’ a Argentina, esvaziando o jogo adversário. Ana Thaís Matos apontou que a equipe argentina enfrentou problemas de construção e decisões do goleiro. Apesar do domínio, a falta de contundência manteve o placar zerado até os minutos finais.
O gol da vitória foi marcado por Ferran Torres na prorrogação. Gustavo Poli observou que poucas vezes se viu um domínio tão grande em uma final, enquanto Mansur concluiu que o bicampeonato consagra a crença na forma de jogar do time.

