A seleção espanhola conquistou a Copa do Mundo de 2026, demonstrando amplo domínio sobre adversários de peso como Argentina e França. O time, liderado por Luis de la Fuente, manteve um controle de jogo constante, mas a baixa média de gols gerou questionamentos sobre a eficácia ofensiva.
O estilo de jogo da campeã espanhola caracterizou-se pela posse de bola e controle defensivo, permitindo que a equipe sofresse apenas um gol em todo o torneio. A seleção liderou em média de passes certos (597,5) e foi a terceira com maior posse de bola no Mundial (63,9%).
Apesar do domínio, cinco dos oito jogos terminaram com no máximo dois gols. A média de gols da Espanha foi de 1,75 por partida, um número que, segundo comentaristas, indica que o volume ofensivo poderia ter sido maior. O time marcou 14 gols, um recorde espanhol em Copas do Mundo, superando os 12 de 1986.
Especialistas apontam que a equipe carece de um finalizador mais letal para cumprir expectativas futuras. Contudo, o trabalho coletivo, com Rodri, Cubarsí, Laporte e Cucurella, foi fundamental para unir organização, posse e intensidade, garantindo o título.

