Um especialista financeiro aconselhou uma mulher de 47 anos, recém-divorciada, a vender sua residência para liquidar dívidas de consumo. A decisão, que envolve trocar um ativo imobiliário por tranquilidade financeira, foi defendida pelo especialista, que viu a mudança como um passo emocional necessário para recomeçar.
A mulher, que possui cerca de R$ 175.000 em patrimônio líquido na casa, avaliada em aproximadamente R$ 300.000, ainda deve R$ 125.000 do financiamento. Ela também carrega dívidas de empréstimo estudantil e de veículo, além de arcar com um pagamento mensal de R$ 1.890, enquanto sua renda anual ultrapassa R$ 100.000.
O especialista argumentou que, embora matematicamente vender um ativo que se valoriza para quitar dívidas depreciáveis seja incomum, o fator emocional é decisivo. Ele declarou que a resposta dele foi mais emocional do que matemática, baseada no que ele faria na mesma situação.
Segundo os cálculos, ao vender o imóvel por R$ 300.000, quitar o financiamento de R$ 125.000 e descontar 6% a 8% em custos de transação, a mulher teria entre R$ 150.000 e R$ 155.000. Esse valor cobriria os empréstimos estudantis e de veículo, permitindo que ela trocasse três pagamentos mensais por um aluguel, aliviando a pressão de fluxo de caixa.

