Um estudo inédito realizado pelo A.C.Camargo Cancer Center, em parceria com a Nexus, aponta desigualdade racial no acesso à prevenção do câncer colorretal no Brasil. A pesquisa mostra que pessoas brancas realizam quase o dobro do exame de rastreamento da doença em comparação com pessoas pretas.
O exame de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes (PSO) revela disparidades significativas entre os grupos raciais. Segundo a pesquisa, 13% das pessoas brancas afirmam já ter realizado o teste, enquanto apenas 7% das pessoas pretas relatam ter feito o procedimento.
O índice de realização do rastreamento entre pessoas pardas ficou em 11%. O estudo destaca que a doença, que vitimou a cantora Preta Gil, expõe as disparidades no acesso à saúde preventiva no país.

