O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, divulgado nesta quinta-feira (23), aponta que estados governados por políticos de esquerda apresentam os piores resultados no enfrentamento à violência contra a mulher. O estudo detalha que o Amapá, por exemplo, registra a maior variação na taxa de feminicídio, com alta de 347,7%.
O relatório indica que o Amapá, sob gestão de um líder progressista, lidera a variação de feminicídio. O estado também registra alta na taxa de homicídios de mulheres, que subiu 198,5%. Em outro dado, o Ceará, administrado por um político do PT, lidera a taxa de homicídios de mulheres, atingindo 6,2 por 100 mil habitantes, acima da média nacional de 3,2, segundo o Anuário.
Em outra frente, os indicadores da dívida pública brasileira dispararam no primeiro semestre de 2026. A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) aumentou em R$950 bilhões, chegando a R$10,6 trilhões, ultrapassando a marca histórica. A Dívida Pública Federal (DPF) também cresceu, passando de R$8,3 trilhões no início do ano para R$8,68 trilhões após seis meses.
Apesar dos dados de segurança, a política nacional segue movimentada. Partidos têm prazo até 5 de agosto para realizar convenções, enquanto o registro de candidaturas se estende até 15 de agosto. Além disso, a pré-candidatura de um político ao Governo do Distrito Federal foi encerrada.

