O Franklin FTSE Brazil ETF (FLBR) apresenta uma alternativa mais econômica e com melhor desempenho em 2026 para investidores que buscam exposição a grandes empresas brasileiras, comparado ao iShares MSCI Brazil ETF (EWZ). O FLBR cobra 0,19% de taxa, enquanto o EWZ cobra 0,59%, gerando uma diferença anual de 40 pontos-base.
O EWZ, que acompanha o MSCI Brazil 25/50 Index, é um veículo de grande liquidez, com ativos totalizando $88,51 bilhões. Ele oferece exposição a empresas como Vale, Petrobras e Itaú. Contudo, o FLBR, que segue o FTSE Brazil RIC Capped Index, oferece um custo estruturalmente menor para um portfólio com nomes similares.
O desempenho em 2026 favorece o FLBR. Até 13 de julho de 2026, o FLBR subiu 17,65%, superando os 12,46% do EWZ. No período anterior, o FLBR retornou 37,61% contra 34,44% do EWZ. Essa diferença é impulsionada pela taxa de administração e pela construção do índice.
A composição dos índices também difere. O FLBR possui maior peso em empresas de mineração e energia, como a Vale, que representa 11,39% do fundo, contra 9,94% no EWZ. Além disso, o FLBR não inclui a Nu Holdings, que é parte do EWZ, pois o FTSE não classifica a fintech como brasileira. Para investidores de longo prazo, a economia de 40 pontos-base anuais pode ser significativa, exceto em contas tributáveis com ganhos substanciais.

