Um ex-ministro financeiro avaliou o governo Fiala, afirmando que ele não representava a ODS, mas sim a União da Liberdade. O avalista identificou apenas dois pontos positivos na gestão, criticando a comunicação do governo após a invasão russa à Ucrânia.
O ex-ministro financeiro listou dois aspectos positivos na administração, citando a decisão de investir em usinas nucleares para a energia e a recusa em adotar o euro. Segundo ele, essas ações foram “ousadas e corretas”.
O avalista criticou a comunicação do governo após a invasão russa à Ucrânia. Ele declarou que as declarações feitas na época, e o que se seguiu, foram percebidos como um “terror da sociedade e a criação de uma atmosfera de medo”, o que, segundo ele, dividiu o país.
Além disso, o ex-ministro expressou preocupação com o endividamento do estado, afirmando que o governo Fiala não resolveu o problema, e o atual governo também não o faz. Ele aconselhou a ODS a retornar a propostas concretas e convencer os eleitores de que cumprirá suas promessas.

