Um relatório médico enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) detalhou que o ex-presidente sofreu uma crise forte de soluços, com duração de 36 horas, nesta semana. O documento oficial indicou a necessidade de administração de doses extras de medicações específicas para controlar o quadro.
O ex-presidente, de 71 anos, segue em prisão domiciliar humanitária por decisão do ministro Alexandre de Moraes, em cumprimento à pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe. Após o ajuste da dosagem, o ex-mandatário apresentou uma “resposta satisfatória” ao tratamento.
Os médicos relataram que, apesar do controle da crise, o ex-presidente apresenta efeitos colaterais dos remédios, como sonolência e instabilidade crônica do equilíbrio corporal. Em sua residência, ele mantém rotina de dieta restrita, fisioterapia e exercícios.
O quadro geral é considerado estável do ponto de vista respiratório e cardiológico. O regime de prisão domiciliar foi mantido após o prazo inicial de 90 dias, e o ministro Alexandre de Moraes determinou, em 3 de julho, a manutenção de medidas cautelares e a apreensão de armas em nome do ex-presidente.

