Executivos podem somar aportes em planos de previdência (401(k)) para ultrapassar US$ 100.000 anuais, utilizando a regra 415(c) do Código de Receita Interna. A regra estabelece um teto de US$ 72.000 por empregador em 2026, mas a estratégia envolve a combinação de múltiplos planos de trabalho.
O Código de Receita Interna (IRC) seção 415(c) define o limite total de contribuições em um plano de contribuição definida de um único empregador. Para 2026, esse teto subiu para US$ 72.000, englobando contribuições voluntárias, correspondência da empresa e aportes pós-imposto. Para um profissional com renda de US$ 300.000, após subtrair as contribuições padrão e a correspondência típica, resta uma margem de cerca de US$ 30.000 no plano.
A possibilidade de aportes maiores surge quando executivos possuem elegibilidade em mais de um plano. Ao acumular limites 415(c) de empregadores distintos, o aporte pós-imposto pode exceder US$ 100.000 em um ano. Além disso, a janela de idade entre 60 e 63 anos permite um bônus de contribuição adicional, elevando o potencial de aporte.
A conversão para Roth dentro do plano, conhecida como ‘mega backdoor Roth’, transforma economias pós-imposto em dólares Roth. Isso evita a tributação de renda futura, não conta para a tributação do Seguro Social e não gera encargos Medicare, oferecendo um benefício fiscal significativo a longo prazo.

