O ministro da Fazenda, Dario Durigan, declarou que não há planos para desvincular aposentadorias do salário mínimo, nem para acabar com os pisos de educação e saúde. Ele afirmou que o gasto social precisa ser eficiente e que o crescimento do gasto obrigatório deve ser otimizado.
Durigan explicou que, quando o governo federal propôs melhorias no crescimento do gasto obrigatório no final de 2024, vários pontos não foram aprovados pelo Congresso. O ministro disse ter dialogado com os presidentes da Câmara e do Senado, além do Supremo Tribunal Federal (STF), para evitar desajustes nas contas durante o período eleitoral.
Em relação ao comércio internacional, o ministro criticou a participação de um senador e pré-candidato à Presidência da República em audiência do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) em Washington. Durigan afirmou que a premissa americana de déficit comercial é incorreta para o Brasil, que possui superávit.
Sobre a política de combustíveis, Durigan declarou que a dosagem da retirada do subsídio será feita dependendo da situação. Ele sustentou que a avaliação dos próximos subsídios ocorrerá em paralelo com o cenário da guerra no Oriente Médio.

