A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) classificou como de “extrema gravidade” as informações sobre suposto dossiê produzido pelo Banco Master contra o presidente do Itaú Unibanco e uma jornalista. Os documentos foram identificados em decisão judicial do Supremo Tribunal Federal (STF) no contexto de apurações de organização criminosa.
A entidade afirmou que não há espaço para ações destinadas a intimidar ou desqualificar pessoas por meio de expedientes desse tipo. Segundo a Febraban, tais investidas, voltadas à intimidação de executivos e jornalistas, representam uma tentativa de enfraquecer o ambiente de confiança e segurança no setor financeiro.
A federação declarou seguir defendendo o respeito ao Estado de Direito e à liberdade de imprensa. A entidade também manifestou apoio à atuação do Banco Central (BC) e às medidas adotadas para preservar a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional, incluindo o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Para a Febraban, práticas que comprometam a integridade do sistema devem ser investigadas. A federação declarou que qualquer conduta que coloque em risco a integridade do sistema deve ser apurada e, comprovada, seus responsáveis punidos.

