A FIFA irá revisar as pausas obrigatórias de três minutos para hidratação na Copa do Mundo de 2026. A medida, que visa o bem-estar dos atletas, recebeu críticas de torcedores e técnicos, levando o chefe de desenvolvimento global do futebol da entidade, Arsène Wenger, a prometer uma análise pós-torneio.
A decisão de implementar as pausas, independentemente das condições climáticas, foi justificada pela FIFA como um compromisso com a saúde dos jogadores. Contudo, parte do público reagiu negativamente, chegando a vaiar as paralisações durante os jogos. Wenger afirmou que a entidade “analisará, após a Copa do Mundo, qual foi o impacto” da regra.
As opiniões sobre o tema se dividem. O técnico Thomas Tuchel, da Inglaterra, declarou que as pausas “interrompem e mudam a identidade de uma partida de futebol”. Em contrapartida, Luis de la Fuente, técnico da Espanha, defendeu a pausa, argumentando que ela é “a medida certa, uma pausa, para descansar e depois continuar”.
Apesar das controvérsias sobre os intervalos, Wenger também comentou positivamente a ampliação do torneio para 48 equipes. Ele declarou que a expansão foi “eticamente necessária para dar oportunidade a mais equipes” e foi um “grande sucesso”.


