O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou nesta quarta-feira (15) que não atacará outros pré-candidatos de centro-direita, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Ele afirmou que ataques mútuos configuram ‘desserviço’ e que buscará apoio dos aliados para o segundo turno das eleições.
Durante entrevista, o senador disse que não atacará adversários políticos, pois acredita que, futuramente, os grupos precisarão se unir contra o PT. Ele declarou: “Atacando o Flávio, ou o Flávio atacando o Caiado, ou o Caiado atacando o Zema, acho isso um desserviço e não vou me prestar a esse papel. Vou ficar defendendo o que eu acredito, as propostas que eu tenho”.
Em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Bolsonaro elevou as críticas e acusou os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino de interferir no processo eleitoral. O senador alegou que os ministros estariam articulando uma forma de contornar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na área social, o pré-candidato apresentou propostas de governo. Ele defendeu a criação de um programa para oferecer internet gratuita a beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Segundo cálculos de sua equipe, o custo da iniciativa seria de cerca de R$ 2 bilhões.
Além disso, Flávio Bolsonaro propôs a digitalização de serviços públicos por meio de uma plataforma que integraria cursos de qualificação profissional, programas de cashback e acesso a microcrédito. O senador afirmou que a ferramenta poderia ajudar a reduzir a dependência de programas sociais, permitindo que pessoas, como manicures, formalizem seus negócios.

