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Leitura: FMI avalia impacto das tarifas dos EUA no Brasil como modesto
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Economia

FMI avalia impacto das tarifas dos EUA no Brasil como modesto

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de julho de 2026 23:50
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou que o impacto das recentes tarifas aplicadas pelos Estados Unidos ao Brasil deve ser modesto, apesar das tensões comerciais globais. O órgão divulgou relatórios que indicam a resiliência da economia nacional e projeta um crescimento de 2,4% para 2026.

Segundo documentos divulgados nesta quinta-feira (23), a aplicação de tarifas americanas, incluindo um aumento de 12,5% sobre as já existentes, não deve gerar um impacto macroeconômico direto significativo no país. O FMI explicou que as exportações brasileiras para os EUA representavam menos de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) antes dos aumentos tarifários.

O órgão destacou que o aumento das exportações de soja para a China foi fundamental para atenuar o déficit nas transações correntes. Além disso, o Brasil registrou resiliência diante do choque de commodity, devido ao seu status de exportador líquido de petróleo e à alta participação de fontes renováveis em sua matriz energética.

Para sustentar o crescimento, o FMI recomendou que o país adote um “esforço fiscal mais ambicioso”. O comitê de avaliação declarou que uma postura fiscal mais firme apoiaria a desinflação e abriria caminho para taxas de juros mais baixas, embora alertasse para a incerteza global.

TAGGED:crescimento-2026Economia BrasileiraFMIPolítica fiscaltarifas-eua
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