Uma funcionária da produção do reality ‘As Patroas’ declarou que o valor de R$ 350 mil pago por danos morais coletivos não foi destinado aos participantes. A colaboradora, que integrou a atração, manifestou-se nas redes sociais após o acordo entre os influenciadores e o Ministério Público do Trabalho (MPT).
A declaração veio após Viih Tube e Eliezer assinarem um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o MPT, encerrando o programa. Segundo a funcionária, a repercussão do caso afetou a equipe, pois o dinheiro não foi repassado aos envolvidos. “Agora estão falando que o dinheiro veio para nós. Não veio para nós! Muito pelo contrário: a gente se prejudicou porque a gente não ganhou o prêmio do reality, não ganhou as coisas, por uma coisa que não é verdade”, afirmou.
A colaboradora também defendeu a participação dos empregados domésticos, dizendo que eles aceitaram as dinâmicas por livre vontade. Ela comentou que tentou defender os participantes quando as críticas ao programa surgiram. “Desde que deu ruim, que aconteceu o que aconteceu, eu dei a minha cara a tapa. Eu vim aqui e falei para vocês que ninguém estava sendo obrigado a nada, que a gente estava participando por livre e espontânea vontade”, disse.
O acordo firmado com o MPT determinou o pagamento de R$ 350 mil, que será destinado ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos. O TAC também proíbe os influenciadores de expor trabalhadores domésticos a situações vexatórias, mesmo com autorização dos participantes. Anteriormente, Viih Tube reconheceu que a produção poderia transmitir uma mensagem inadequada ao público.

