O Goldman Sachs reduziu sua exposição derivativa à Oncoclínicas de 5,55% para 0,70% por meio de um contrato derivativo, conforme informou a companhia nesta quarta-feira (22). A movimentação, feita pela GLQ Broad Street, diminuiu o volume de papéis de 62,9 milhões para 7,9 milhões.
O instrumento utilizado é um total return swap, que permite ao investidor acompanhar financeiramente a valorização ou a queda das ações sem ser proprietário direto dos papéis. Apesar da redução no derivativo, outro fundo ligado ao banco, o Josephina I, mantém participação direta na empresa. Este fundo detém 55 milhões de ações, o que equivale a 4,845% do capital social da Oncoclínicas.
As ações do Josephina I foram adquiridas em 17 de julho por meio de uma transação privada com o Josephina III, outro veículo do grupo. Somando a participação direta e a exposição financeira da GLQ, o grupo representa cerca de 5,55% do capital da Oncoclínicas.
O Goldman Sachs declarou que a alteração teve objetivo estritamente econômico e que o grupo não pretende interferir na estrutura societária ou administrativa da companhia. A instituição também informou não possuir outros contratos vinculados às ações da empresa, além dos já mencionados.

