Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Governo avalia não retomar subsídio ao diesel com guerra
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Governo avalia não retomar subsídio ao diesel com guerra

Carla Fernandes
Última atualização: 13 de julho de 2026 17:40
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A equipe econômica do governo federal avalia que não há necessidade de retomar a subvenção de R$ 0,35 por litro de diesel, mesmo com a escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. Com o barril cotado em US$ 80, o governo considera os efeitos moderados e entende ter capacidade de lidar com o impacto usando instrumentos já existentes.

A pasta defende que a retomada do subsídio não é necessária porque outra medida, no valor de R$ 1,12 para o diesel, permanece vigente. O Executivo também descarta utilizar novamente o PLP dos combustíveis, que previa cortes de impostos compensados pela receita extra de petróleo devido ao preço elevado do barril no mercado internacional. O texto do PLP nunca foi votado na Câmara e foi abandonado com o arrefecimento anterior do conflito.

Segundo pessoas a par do assunto, o sinal de alerta voltaria a acender no governo se o preço do barril ultrapassar ou se estacionar na casa dos US$ 90. Até esse ponto, o governo avalia condições de gerenciar os efeitos nos preços com os instrumentos atuais, mesmo que atrase a retirada de medidas emergenciais passadas.

Em paralelo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Washington assumirá o controle do Estreito de Ormuz e sugeriu cobrar um pedágio, afirmando que o país seria remunerado por garantir a segurança da rota de exportação de petróleo do Oriente Médio. Analistas de mercado apontam que o barril do Brent amplia alta para mais de 4%, acima de US$ 79 por barril, refletindo o aumento de riscos à oferta global.

TAGGED:combustíveisDieselEconomiaGuerraPetróleosubsídio
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Juiz exige provas de uso exclusivo de passaporte
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?