Um homem foi acusado de canibalismo e assassinato de dez mulheres na antiga União Soviética. Os crimes, que se estenderam por mais de uma década, ocorreram em diversas regiões do antigo bloco, conforme relatos de especialistas em psicologia forense.
O indivíduo, que trabalhou como eletricista, buldoserista ou marinheiro em várias regiões da URSS, retornou ao seu local de origem em 1977, após ser infectado com sífilis por uma parceira. Segundo um psicólogo forense, o comportamento do homem indicava problemas de relacionamento e de sexualidade.
O primeiro assassinato ocorreu em janeiro de 1979, quando o indivíduo atacou uma membro do Círculo Adventista dos Sete Dias. Ele descreveu o ato, afirmando ter cortado o pescoço da vítima e bebido seu sangue. Posteriormente, ele consumiu partes do corpo, como cortes de gordura e carne, preparando-os como alimento.
Em um período de um ano, o indivíduo cometeu cinco assassinatos de mulheres. Após ser liberado de uma prisão por um crime de negligência, ele cometeu mais três assassinatos. O último crime registrado foi em 1990, contra uma estudante de Aktjubinsk.
O homem foi internado em um setor psiquiátrico monitorado por oito anos, mas fugiu em agosto de 1989, escondendo-se nas montanhas entre Cazaquistão e Quirguistão. Ele foi capturado novamente após a dissolução da União Soviética, mas seu histórico de violência permaneceu registrado.

