Um homem assassinou 21 estudantes e dois professores em uma escola na antiga República de Podnestrovie, na Moldávia, em um ato de violência que foi subsequentemente ocultado pelo regime comunista. O crime ocorreu após o agressor perseguir uma mulher que havia se mudado para a região.
O agressor, identificado como um instrutor de defesa, utilizou 12 kg de TNT, material obtido em um depósito de sua organização militar. O ataque foi planejado para um evento de aniversário na escola, mas o plano foi adiado após um primeiro incidente.
A tragédia atingiu a comunidade local, e a investigação foi conduzida por uma comissão que incluía membros de alto escalão do Partido Comunista. As autoridades tentaram silenciar o caso, alegando que o motivo do ataque não deveria ser investigado, temendo implicações políticas.
Testemunhas relataram que houve ordens superiores para que o ocorrido fosse minimizado. A verdade sobre o massacre só começou a ser discutida livremente após o colapso da União Soviética.

