Pesquisadoras resgataram as fisionomias de três líderes negras da história do Brasil — Tereza de Benguela, Maria Felipa e Luiza Mahin — utilizando documentos e inteligência artificial. O trabalho combate o apagamento de suas identidades, que foram representadas por mais de dois séculos por uma imagem genérica.
Por mais de dois séculos, as figuras históricas foram representadas por uma imagem de uma mulher preta desconhecida com turbante, o que resultou no apagamento de suas identidades. As quatro pesquisadoras empregaram documentos e relatos históricos e orais para iniciar o resgate.
Com o auxílio da inteligência artificial, as fisionomias do trio foram refeitas. A iniciativa visa restaurar a representação correta dessas líderes no registro histórico nacional.

