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Leitura: IA e Intimidade: Brasileiros Debatem Limites do Afeto Digital
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Cultura

IA e Intimidade: Brasileiros Debatem Limites do Afeto Digital

Carla Fernandes
Última atualização: 31 de julho de 2026 04:50
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Um levantamento recente sobre o tema aponta que os brasileiros estão definindo novas fronteiras entre tecnologia e afeto. O Estudo Gleeden 2026 ouviu 1.271 participantes e mostrou que 51,2% não consideram o uso de inteligência artificial para fins eróticos como traição.

A inteligência artificial migrou do entretenimento para a esfera pessoal, gerando discussões sobre os limites entre afeto e tecnologia. Segundo o estudo, quase metade dos entrevistados (48,5%) se sente confortável para compartilhar sentimentos com sistemas de IA. A sexóloga Thaís Plaza explicou que a segurança e o anonimato auxiliam nesse comportamento, mas a maioria ainda acredita que os laços humanos são insubstituíveis.

Sobre a questão do erotismo, 68,8% dos participantes nunca usaram ferramentas de IA para esse fim, embora 53,8% considerem a possibilidade futura. Privacidade foi o fator mais citado para esse interesse, mencionado por 32,4% dos entrevistados. A pesquisa também investigou a conduta em relacionamentos: 49,7% afirmaram que contariam ao parceiro sobre o uso de IA para experiências íntimas.

A análise do estudo indica que a discussão transcende a tecnologia, exigindo a construção de novos acordos afetivos. A pesquisa aponta que 44,6% dos entrevistados afirmam que a IA jamais ocupará o lugar dos vínculos humanos, enquanto 27,8% acreditam em uma substituição parcial.

TAGGED:erotismofidelidadeInteligência ArtificialintimidadeRelacionamentosTecnologia
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