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Investigação apura que envio de cão morto foi protesto

Carla Fernandes
Última atualização: 11 de julho de 2026 04:10
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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A investigação sobre o envio de um cachorro morto a uma vereadora em Novo Hamburgo foi concluída na quinta-feira, dia 9. O delegado responsável afirmou que a entrega do animal, da raça Pinscher, ocorreu como forma de protesto da acusada contra a omissão do poder público.

O cão, que estava sob a tutela da acusada, foi atacado por cães comunitários no sábado, dia 4. A tutora procurou o vice-prefeito relatando o ocorrido e tentou tratar o animal, mas alegou falta de condições financeiras para tratamento veterinário, devido a gastos recentes com saúde.

O animal morreu na madrugada de domingo, dia 5, para segunda-feira, dia 6. Na manhã seguinte, a acusada contratou um serviço de aplicativo para entregar a caixa contendo o corpo do cão na Câmara de Vereadores, no Rio Grande do Sul. O motorista de aplicativo não teve participação no ato.

A acusada esclareceu que a remessa da carcaça foi um protesto pela omissão do poder público em relação aos cães comunitários, que, segundo ela, já haviam atacado outro animal de vizinha. Por essa conduta, a acusada foi enquadrada nos delitos de Injúria real, Poluição e Maus tratos de animais.

TAGGED:AnimaisinvestigaçãomaustratosNovo Hamburgoprotestovereadora
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