Aumento contínuo dos prêmios do Medicare, que ultrapassa os US$ 5.000 anuais para muitos aposentados, pode ser mitigado por investimentos em ações pagadoras de dividendos. Essas aplicações geram renda que cresce mais rápido que os custos de saúde, oferecendo uma alternativa à dependência de benefícios sociais.
Os custos de saúde para aposentados nos Estados Unidos são elevados e crescem anualmente. O prêmio padrão do Medicare Parte B em 2026 é de US$ 202,90 mensais, totalizando cerca de US$ 2.435 anuais. Somando a Parte D, planos Medigap e despesas extras, o gasto anual pode se aproximar de US$ 5.000 por pessoa. Esse custo não se encerra com a aposentadoria, pois é descontado diretamente do Seguro Social e sofre reajustes constantes.
Para cobrir essa despesa anual com um rendimento de 3,5%, são necessários aproximadamente US$ 143.000 em capital investido em ações de crescimento de dividendos. Empresas como Johnson & Johnson são citadas como exemplo, pois aumentaram seus pagamentos por 64 anos consecutivos. A estratégia de crescimento de dividendos mostra vantagem sobre rendimentos fixos. Um portfólio de US$ 143.000 com crescimento de 7% anual pode gerar cerca de US$ 19.300 em vinte anos, enquanto um portfólio estático de US$ 50.000 com 10% de rendimento permanece em US$ 5.000 anuais.
A cobertura de saúde envolve mais itens além da Parte B. A Parte D adiciona entre US$ 40 e US$ 70 mensais, e os planos Medigap custam entre US$ 150 e US$ 250. Além disso, indivíduos com renda ajustada modificada acima de US$ 109.000 (individual) pagam encargos IRMAA. A imprensa sugere que o planejamento deve focar em cobrir primeiro o Medicare, depois utilidades e impostos prediais, transformando o portfólio em uma máquina de pagamento de contas.

