A Guarda Revolucionária do Irã declarou na segunda-feira, dia 13 de julho de 2026, ter atingido e danificado dois superpetroleiros no estreito de Ormuz. Os ataques ocorreram após os navios desconsiderarem avisos e tentarem navegar por uma rota que o Irã descreveu como minada.
Os Emirados Árabes Unidos informaram que o Irã atacou dois de seus petroleiros, Mombasa e Al Bahiyah, em águas territoriais de Omã. O incidente resultou na morte de um tripulante indiano e feriu outros oito, sendo seis indianos e dois ucranianos. O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos condenou o ocorrido, afirmando manter o direito de responder à escalada do conflito.
Em um comunicado separado, a agência de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido relatou que um navio petroleiro foi atingido por um projétil desconhecido perto de Qalhat, em Omã, sem registro de feridos. A Guarda Revolucionária do Irã acusou os Estados Unidos de incentivar o uso de rota ilegal.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Seyed Abbas Araghchi, declarou que o Irã é o guardião do estreito de Ormuz. Ele comentou que a proposta dos EUA de cobrar 20% para proteção de navios é excessiva, mas que o Irã buscará uma solução justa.

