Um plano IRA tradicional com US$ 850.000 pode resultar em uma conta tributária de seis dígitos para um contribuinte solteiro de 68 anos. O planejamento fiscal é crucial, pois todo o valor dentro do plano é tributado como renda ordinária pelo IRS.
As regras fiscais federais de 2026 definem as alíquotas, que variam de 10% para rendas baixas a 37% para os valores mais altos. Para um contribuinte solteiro, a dedução padrão é de US$ 16.100. Retirar o valor total em um único ano empurraria a renda para a faixa de 37%.
O período entre os 68 e 73 anos, antes do início das Distribuições Mínimas Obrigatórias (RMDs), permite estratégias de redução de impostos. A conversão parcial para Roth é um método comum: o aposentado move uma parte do IRA tradicional para o Roth, paga o imposto de renda e remove esse valor de cálculos futuros de RMD.
Outra tática é a Distribuição Caritativa Qualificada (QCD), disponível a partir dos 70 anos e meio. As QCDs são excluídas da renda bruta ajustada (AGI), o que ajuda a manter os impostos baixos e impacta benefícios como o Seguro Social. O controle sobre o momento da retirada é o fator determinante para o montante final do imposto.

